O Estado ainda precisa receber quase R$ 1 bi para concluir a duplicação da BR290

Foto: Crédito: Sergio Gonzalez/Divulgação

Mobilizar lideranças do estado para ir à Brasília e sensibilizar o governo federal da importância de priorizar questões que dificultam a retomada do desenvolvimento do Rio Grande do Sul foi a conclusão do debate realizado no na Mesa da FEDERASUL desta quarta-feira, 06, que teve como tema a “duplicação da BR290 no RS: um caminho essencial ao Brasil”. Além da duplicação da BR290, outros dois assuntos vão fazer parte da pauta de reinvindicações:  a desconexão férrea do estado com o resto do país e os problemas dos municípios da faixa de fronteira e sua conexão com o Mercosul.

No evento, o superintendente Regional do DNIT Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes no RS, Hiratan Pinheiro, fez um diagnóstico dos investimentos e do andamento das obras de duplicação, divididas em quatro eixos. A estimativa é de que ainda sejam necessários investimentos de aproximadamente R$ 1 bilhão (R$ 875.187.984,83) para a totalização das obras que dependem da liberação de recursos pelo governo federal.

Também foram palestrantes do evento o presidente do CODEPAMPA – Consórcio do Desenvolvimento do Pampa e prefeito de Quaraí Jeferson Pires e o presidente da AMFRO – Associação dos Municípios da Fronteira Oeste e prefeito de Itaqui Leonardo Betin. A duplicação da BR290 mobilizou ainda os prefeitos  de Barra do Quarai, Manoel Viana, Alegrete e Uruguaiana, três ex-prefeitos (Uruguaiana, Livramento e Alegrete) e um representante do prefeito de Livramento

Em sua manifestação, o prefeito de Itaqui, Leonardo Betin, disse que a falta investimentos nas obras de duplicação da BR290 fragiliza a região e prejudica o desenvolvimento regional, além de afastar possíveis novos investimentos privados nos municípios. “O Rio Grande do Sul perde cada vez mais o protagonismo que já teve no país pela ausência de investimentos do governo federal”.

Quaraí

Para o prefeito de Quaraí, Jeferson Pires a fronteira oeste do estado vem sofrendo com a nordestinização dos municípios, correndo o risco de deixar de ser o corredor logístico do Mercosul. “A falta de investimentos em infraestrutura impacta negativamente na região. Além disse são muitas mortes nas estradas causando perdas imensuráveis”.

O presidente da FEDERASUL Rodrigo Sousa Costa destacou que o Rio Grande do Sul não pode aceitar a decadência como destino do descaso do governo federal com o estado.  “Precisamos destravar a capacidade produtiva do RS. A duplicação da BR290 precisa ser reconhecida como obra prioritária do país, não somente do estado”, finalizou.

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