Em maio de 2026, a variação negativa de 0,2% da produção industrial nacional, frente ao mês imediatamente anterior e na série com ajuste sazonal, foi acompanhada por nove dos quinze locais pesquisados. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira, 10, pelo IBGE. Bahia (-8,9%), Mato Grosso (-3,2%) e Região Nordeste (-3,2%) assinalaram as quedas mais acentuadas neste mês. Minas Gerais (-1,7%), Rio Grande do Sul (-1,1%), Pará (-1,0%), Espírito Santo (-0,5%) e Rio de Janeiro (-0,3%) também assinalaram recuos mais intensos do que a média nacional (-0,2%), enquanto São Paulo (-0,1%) completou o conjunto de locais com taxas negativas em maio. Já os seis locais com taxas positivas foram Ceará (3,2%), Pernambuco (2,4%), Santa Catarina (2,3%), Amazonas (2,1%), Paraná (1,4%) e Goiás (0,7%).
Ainda na série com ajuste sazonal, a média móvel trimestral da indústria foi de 0,3% no trimestre encerrado em maio de 2026 frente ao nível do mês anterior. Oito dos quinze locais pesquisados apontaram taxas positivas, e os avanços mais acentuados foram de Goiás (2,1%), Espírito Santo (1,7%), Santa Catarina (1,7%), Ceará (1,5%) e Rio de Janeiro (1,5%). Por outro lado, Mato Grosso (-1,6%), Bahia (-1,3%) e Pernambuco (-1,1%) assinalaram os principais recuos.
Em maio de 2026, a produção industrial nacional mostrou variação negativa de 0,2% frente a abril, na série com ajuste sazonal, e nove dos quinze locais pesquisados mostraram resultados negativos. Bahia (-8,9%), Mato Grosso (-3,2%) e Região Nordeste (-3,2%) assinalaram as quedas mais acentuadas neste mês, com o primeiro local interrompendo quatro meses consecutivos de crescimento, período em que acumulou ganho de 13,3%; o segundo acumulando perda de 8,6% em dois meses seguidos de taxas negativas; e o terceiro eliminando parte da expansão de 5,5% registrada nos quatro primeiros meses de 2026. Minas Gerais (-1,7%), Rio Grande do Sul (-1,1%), Pará (-1,0%), Espírito Santo (-0,5%) e Rio de Janeiro (-0,3%) também assinalaram recuos mais intensos do que a média nacional (-0,2%), enquanto São Paulo (-0,1%) completou o conjunto de locais com taxas negativas em maio de 2026. Por outro lado, Ceará (3,2%) apontou a maior alta no mês e intensificou o avanço verificado em abril de 2026 (2,4%). Pernambuco (2,4%), Santa Catarina (2,3%), Amazonas (2,1%), Paraná (1,4%) e Goiás (0,7%) também mostraram resultados positivos em maio.
Ainda na série com ajuste sazonal, a evolução do índice de média móvel trimestral para o total da indústria mostrou variação positiva de 0,3% no trimestre encerrado em maio de 2026 frente ao nível do mês anterior e permaneceu com a trajetória ascendente iniciada em dezembro de 2025. Em termos regionais, ainda em relação ao movimento deste índice na margem, oito dos quinze locais pesquisados apontaram taxas positivas neste mês, com destaque para os avanços mais acentuados registrados por Goiás (2,1%), Espírito Santo (1,7%), Santa Catarina (1,7%), Ceará (1,5%) e Rio de Janeiro (1,5%). Por outro lado, Mato Grosso (-1,6%), Bahia (-1,3%) e Pernambuco (-1,1%) assinalaram os principais recuos em maio de 2026.
COMPARAÇÃO
Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor industrial mostrou variação positiva de 0,2% em maio de 2026, com cinco dos dezoito locais pesquisados apontando expansão na produção. Vale citar que maio de 2026 (20 dias) teve um dia útil a menos que igual mês do ano anterior (21). Espírito Santo (10,8%) e Rio de Janeiro (7,4%) assinalaram os avanços mais acentuados neste mês, impulsionados, principalmente, pelo comportamento positivo observado nas atividades de indústrias extrativas (óleos brutos de petróleo, gás natural e minérios de ferro pelotizados ou sinterizados), no primeiro local; e de indústrias extrativas (óleos brutos de petróleo) e produtos químicos (preparações capilares, xampus para os cabelos, fungicidas e inseticidas para uso na agricultura, herbicidas para plantas e polietileno de alta densidade), no segundo.
No índice acumulado no ano, frente a igual período do ano anterior, o setor industrial cresceu 1,4%, com resultados positivos em nove dos dezoito locais pesquisados. Espírito Santo (21,9%) e Pernambuco (14,9%) assinalaram avanços de dois dígitos e os mais acentuados no índice acumulado do ano, impulsionados, em grande parte, pelas atividades de indústrias extrativas (óleos brutos de petróleo, minérios de ferro pelotizados ou sinterizados e gás natural), no primeiro local; e de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (óleo diesel, gás liquefeito de petróleo e óleos combustíveis), no segundo.
No confronto dos resultados do primeiro trimestre de 2026 com o do período abril-maio de 2026, ambas as comparações contra iguais períodos do ano anterior, nove dos dezoito locais pesquisados mostraram ganho de dinamismo entre os dois períodos. Em termos regionais, Rio Grande do Norte (de -19,2% para -9,6%), Goiás (de -0,7% para 4,7%), Ceará (de -5,7% para -0,6%), Santa Catarina (de -3,8% para 0,5%) e Bahia (de -6,4% para -3,2%) apontaram os ganhos mais acentuados, enquanto Pernambuco (de 29,7% para -2,3%), Mato Grosso do Sul (de 9,5% para -0,3%), Pará (de 1,5% para -3,9%), Maranhão (de -4,2% para –9,0%), Região Nordeste (de 2,6% para -2,2%) e Mato Grosso (de 5,0% para 1,3%) assinalaram as principais perdas entre os dois períodos.
O acumulado nos últimos doze meses, ao avançar 0,4% em maio de 2026, permaneceu positivo, com perda de ritmo frente a abril de 2026 (0,7%). Somente sete dos dezoito locais pesquisados registraram taxas positivas em maio de 2026, mas nove apontaram menor dinamismo frente aos índices de abril último. Rio Grande do Sul (de 3,8% para 1,9%), Espírito Santo (de 21,9% para 20,6%), Pará (de -1,7% para -2,7%), Maranhão (de -4,6% para -5,6%), Minas Gerais (de 1,6% para 1,1%) e Ceará (de -1,2% para -1,7%) assinalaram as perdas mais acentuadas entre abril e maio de 2026, enquanto Mato Grosso do Sul (de –9,6% para -8,5%), Mato Grosso (de -5,4% para -4,4%) e Rio Grande do Norte (de -12,4% para -11,4%) mostraram os principais ganhos entre os dois períodos.

