Gestão comunitária de riscos e desastres é tema de seminário em POA

O Seminário “Gestão comunitária de riscos e desastres” reunirá alguns dos profissionais mais experientes e preparados no tema no dia 14 de outubro, em Porto Alegre, incluindo representantes do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional e do Cemaden – Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais. Promovido pela Fundação Gerações com apoio da Defesa Civil do RS, o evento terá também a participação de especialistas, representantes de órgãos públicos e lideranças comunitárias.

“O evento foca na atuação comunitária da gestão de riscos e desastres, que é quem trabalha na ponta e tem muita credibilidade em seus territórios, ou seja, são atores-chave para evitar desastres. A ação comunitária em conjunto com os órgãos governamentais aumenta as chances de uma resposta efetiva e da proteção aos territórios”, pondera a diretora-executiva da FG, Karine Ruy.

O Seminário ainda assinala o Dia Internacional para a Redução do Risco de Desastres, celebrado, anualmente, em 13 de outubro em uma iniciativa da Assembleia Geral das Nações Unidas em 1989. “O propósito foi exatamente promover a conscientização global sobre a prevenção e a redução de riscos e perdas devido a desastres naturais e provocados pelo homem. Naquela época, era um lembrete para fortalecer a resiliência a desastres, hoje se tornou imperativo”, argumenta a executiva.

O primeiro painel “O que é gestão de riscos e desastres” vai apresentar o assunto do seminário a partir das manifestações da pesquisadora Rejane Lucena, do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), e do CEO da Hopeful, Abner de Freitas. A participação da comunidade se dará com as crianças do projeto Asa Branca e Fazendinha, das Aldeias Infantis SOS. Haverá relato sobre educação para desastres e apresentação dos mapas de risco que foram criados depois da inundação de 2024.

PAINÉIS

“Como funciona a gestão de riscos e desastres no Brasil?” será o foco do segundo painel.  O detalhamento a respeito dos entes da governança (federal, estadual e municipal), das iniciativas e do planejamento depois da enchente vai ter lugar na apreesentação da Tenente-Coronel Ana Maria Hermes, da Divisão de Apoio Técnico da Defesa Civil do RS.  O case da Defesa Civil de Santa Catarina (o que ocorreu após os desastres) terá condução de Regina Panceri,  gerente de Educação e Pesquisa da Secretaria de Estado da Proteção e Defesa Civil de Santa Catarina. Já Evandro Lucas, coordenador de Gestão de Riscos e Desastres da Defesa Civil de Porto Alegre, falará sobre o papel dos municípios, as iniciativas, o planejamento e as mudanças pós-maio de 2024.

Os Núcleos Comunitários de Proteção e Defesa Civil Defesa (Nupdecs) terão protagonismo no terceiro painel: “Qual o papel das iniciativas comunitárias e dos NUPDECS na gestão de riscos e desastres?”. Loiane Souza – coordenadora-geral de Apoio à Mitigação do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional – explicará o que são Nupdecs e como criá-los. Depois, será apresentado o case do Nupdec Hocouno, do Bairro Mathias Velho, de Canoas, pela assistente social na AVSI Brasil, Patrícia Corrêa, e pelo líder do Hocouno, Eduardo Costa.  A coordenadora da área de enfrentamento às violências da Themis – Gênero, Justiça e Direitos Humanos, Rafaela Caporal, compartilhará a experiência da organização com a criação do  Protocolo Atuação Comunitária em emergências climáticas”.

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