Brechó de Deborah Secco busca parceiros para expansão no estado

Foto: Créditos: divulgação

O Peça Rara Brechó, uma das principais marcas do segmento de moda circular no Brasil, mostra que têm espaço para crescer e busca investidores no Rio Grande do Sul. A rede de franquias está há 18 anos no mercado e tem como sócios, Bruna Vasconi, fundadora, José Carlos Semenzato, Shark Tank e presidente do Conselho do Grupo SMZTO, e Deborah Secco, atriz.

Com diferentes formatos de loja: Clássica (a partir de 300m²), Midi (entre 200m² e 250m²) e a Pocket (com até 100 m²), as unidades se adaptam aos públicos das mais diversas cidades do Brasil. Dentre as cidades-alvo no Estado, estão: Bagé, Bento Gonçalves, Caxias do Sul, Erechim, Novo Hamburgo, Passo Fundo, Pelotas, Rio Grande, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, São Leopoldo e Uruguaiana.

“Nosso propósito é ressignificar itens de segunda mão e dar nova vida às peças que ficam esquecidas no fundo do armário. Queremos disseminar o consumo consciente e mostrar como o modelo second hand inclui as pessoas, de forma simples e real, na construção da sustentabilidade e da responsabilidade social”, afirma Matheus Andrade, CEO do Peça Rara Brechó.

O mercado global de roupas de segunda mão segue em crescimento. De acordo com dados do TreadUp Resale Report 2025, o setor deve chegar a US$ 367 bilhões movimentados até 2029, com crescimento à frente, inclusive, do setor de vestuário tradicional.

Operação

Nas unidades do Peça Rara Brechó, o cliente deixa para avaliação as peças que deseja vender: roupas, calçados, acessórios, móveis ou itens de decoração. A venda pode acontecer de duas formas: por consignação, permitindo que, após a comercialização, o cliente escolha entre resgatar o valor arrecadado ou convertê-lo em créditos para novas compras; ou por compra direta, com pagamento realizado até a virada do mês seguinte. Todo o processo pode ser acompanhado pelo aplicativo da marca.

A preocupação com o descarte correto e com o consumo consciente — hoje essenciais para a sobrevivência do planeta — motivou a criação do Instituto Eu Sou Peça Rara, em 2019. A iniciativa nasceu para ampliar o impacto social da rede e dar um destino mais responsável às peças que chegam às lojas.

Após passarem por uma curadoria, os itens que não são aprovados no controle de qualidade ou não foram vendidos no prazo estipulado pela loja, seguem para o instituto. Lá, são vendidos por valores simbólicos, que variam de R$ 5 a R$ 50, e toda a receita é destinada às causas sociais apoiadas pelo Peça Rara. Assim, peças que antes estavam esquecidas ganham novo propósito.

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