Em agosto de 2026, o índice de atividades turísticas apontou expansão de 2,5% frente ao mês imediatamente anterior, segundo resultado positivo seguido, período em que acumulou ganho de 5,5%. Com isso, o segmento de turismo se encontra 12,4% acima do patamar de fevereiro de 2020 e 1,1% abaixo do ápice da sua série histórica, alcançado em dezembro de 2024. Regionalmente, 14 dos 17 locais pesquisados acompanharam a expansão verificada na atividade turística nacional (2,5%). A contribuição positiva mais relevante ficou com São Paulo (3,5%), seguido por Rio de Janeiro (2,0%) e Minas Gerais (3,2%). Em sentido oposto, Bahia (-12,3%) apontou o principal impacto negativo.
As informações são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada hoje, 14, pelo IBGE. Na comparação com agosto de 2025, o volume de atividades turísticas no Brasil cresceu 0,9%, interrompendo uma sequência de cinco taxas negativas. Neste mês, foi impulsionado, principalmente, pelo aumento na receita de empresas dos ramos de restaurantes; locação de automóveis; e serviços de bufê.
Dez das dezessete unidades da federação onde o indicador é investigado mostraram avanço nos serviços voltados ao turismo, com destaque para o Rio de Janeiro (4,5%), seguido por Bahia (10,4%), Minas Gerais (6,6%), São Paulo (1,1%) e Rio Grande do Sul (6,1%). Já Paraná (-7,4%) e Pernambuco (-10,2%) exerceram os principais impactos negativos do mês, seguidos por Distrito Federal (-7,3%), Amazonas (-15,0%), Pará (-14,0%) e Ceará (-8,5%).
No indicador acumulado do ano, o agregado especial de atividades turísticas recuou 0,8% frente a igual período do ano passado, pressionado pela menor receita obtida por empresas de transporte aéreo de passageiros e de hotéis.
Houve recuos em dez dos 17 locais investigados, com destaque para São Paulo (-1,1%), seguido por Paraná (-5,9%), Pernambuco (-8,2%), Minas Gerais (-3,0%) e Ceará (-8,5%). Em sentido oposto, Rio de Janeiro (4,9%) e Bahia (7,4%) lideraram os ganhos do turismo.
Transporte de passageiros varia 0,1% e o de cargas recua 0,9%
Em agosto de 2026, o volume de transporte de passageiros no Brasil mostrou variação positiva de 0,1% frente ao mês imediatamente anterior, na série com ajuste sazonal, segunda taxa positiva seguida, período em que acumulou um ganho de 3,0%. Dessa forma, o segmento se encontra 1,8% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e 21,9% abaixo de fevereiro de 2014 (ponto mais alto da série histórica).
Por sua vez, o volume do transporte de cargas recuou 0,9% em agosto de 2026, após o avanço de 0,9% no mês anterior. Dessa forma, o segmento está 5,8% abaixo do ponto mais alto de sua série (julho de 2023) e 35,9% acima do nível pré-pandemia (fevereiro 2020).
Ante igual mês do ano anterior, sem ajuste sazonal, o transporte de passageiros recuou 6,3% em agosto de 2026, quinto resultado negativo seguido; ao passo que o transporte de cargas mostrou retração de 1,9% no mesmo tipo de confronto.
No acumulado do ano, o transporte de passageiros recuou 3,9% frente a igual período de 2025, enquanto o de cargas ficou estável (0,0%) no mesmo intervalo investigado.

