A Adentro, empresa brasileira especializada em infraestrutura de TI, continuidade de negócios e computação em nuvem, anuncia a AdentroSEG, unidade de negócios dedicada ao mercado de segurança eletrônica. Com o movimento, a companhia se torna o único data center associado à ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança), entidade que representa empresas de um setor que movimentou mais de R$16 bilhões em 2025.
A nova unidade nasce para atender uma transformação que vem mudando a operação de empresas de monitoramento, integradores e desenvolvedores de tecnologia para segurança. A expansão do videomonitoramento, das câmeras conectadas, da portaria remota e dos analíticos baseados em inteligência artificial aumenta o volume de dados processados e torna a infraestrutura digital parte central da entrega de segurança.
“A segurança eletrônica deixou de ser apenas um conjunto de equipamentos e passou a depender de uma operação digital contínua. A AdentroSEG existe para entregar a base tecnológica dessa operação, com uma equipe que compreende tanto a tecnologia quanto a realidade do monitoramento e do vídeo”, afirma Ronaldo Machado, diretor da Adentro.
A unidade também se posiciona como uma ponte entre desenvolvedores de software e empresas que entregam segurança na ponta. A unidade trabalha com diferentes plataformas de VMS e mantém relacionamento com fabricantes e desenvolvedores do setor, entre eles Segware, Seventh e Fulltime. A atuação tem origem direta na aquisição da Machado TI, movimento de M&A realizado pela Adentro no ano passado, que ampliou o conhecimento da companhia sobre as necessidades específicas do mercado de segurança eletrônica.
Além da associação à ABESE, a estratégia da AdentroSEG envolve ampliar a colaboração técnica com o ecossistema de segurança eletrônica e apoiar a adoção de soluções em nuvem com disponibilidade, segurança de dados, previsibilidade de custos e continuidade operacional. “Queremos construir, junto com o mercado, uma tecnologia preparada para o volume de dados, integração e a responsabilidade operacional da segurança eletrônica”, afirma Barbieri.

