Ibovespa B3 sobe 0,52% enquanto o dólar vai a R$ 5,18

Foto: Crédito: Divulgação

Ibovespa B3 engatou a segunda alta consecutiva na semana, mesmo com o mercado reticente com a Ata do Copom e nos próximos passos da política monetária brasileira. Assim, o principal indicador da bolsa do Brasil subiu 0,52%, aos 171.258,87 pontos, nesta terça-feira, 23.  O IBOV se segurou no azul mesmo com os investidores preocupados com os rumos macroeconômicos na Europa e nos Estados Unidos, onde inflação e juros altos geraram cautela no pregão de hoje.  

No Brasil, a Ata do Copom foi o ponto de atenção, e mesmo com o Banco Central apontando que “as melhores prática” de política monetária recomendam não reagir integralmente a variações de preços geradas por choques de oferta, que são eventos inesperados”, o mercado segue incerto sobre os rumos da Selic. 

“Após a ata, a curva de juros opera em queda nos vértices curtos, mas em alta nos longos, indicando que os agentes de mercado se preocuparam com a possibilidade de uma trajetória de queda de juros prematura, que pode resultar na necessidade de juros mais altos a frente”, destacou Sara Paixão, Analista de Macroeconomia da InvestSmart XP. 

Neste cenário, o Ibovespa oscilou entre 171.720,29 pontos na máxima intradiária e 168.495,19 pontos na mínima do dia. O volume negociado na B3 foi de R$ 21,8 bilhões. Já o câmbio voltou crescer ante ao real, com a moeda norte-americana se valorizando com uma combinação de fatores externos e domésticos. No fim do dia, o dólar comercial subiu 0,88%, a R$ 5,18. 

“Os PMIs europeus abaixo do esperado, especialmente na Alemanha e no Reino Unido, ampliaram a aversão ao risco nos mercados globais, enquanto nos EUA os dados de atividade vieram acima das previsões, sustentando a percepção de juros elevados por mais tempo e antecipando a cautela antes do PCE de quinta-feira. A queda do petróleo, favorecida pelos sinais de avanço nas negociações entre Washington e Teerã e pela manutenção do Estreito de Ormuz aberto, reduz o suporte ao real e a outras moedas ligadas a commodities”, aponta Vitor Kayo, economista sênior da Nomad.  

(*) com B3

Fique por dentro!

Não fazemos spam! Leia nossa política de privacidade para mais informações.

Compartilhe:

Deixe sua opnião:

Últimas Notícias

Ajinomoto® Food Service lança tempero para otimizar preparos de assados
Parceria entre Sebrae RS e ApexBrasil busca preparar 500 empresas gaúchas para exportação em dois anos
Nova plataforma aproxima investidores chineses da bolsa brasileira
Jovens adultos e millennials são quem gasta mais durante a Copa do Mundo, revela estudo
Rissul conquista classificação inédita no Prêmio Reclame AQUI 2026
Inverno impulsiona mercado de climatização
Indústrias de Transformação lideram ocupação de pessoal em 2024, diz IBGE
SICC ocorre de 29 de junho a 1º de julho na Fenac, em Novo Hamburgo
Mercado de Trabalho do RS registra queda na desocupação e aumento na renda no primeiro trimestre