Preços de locação de imóveis residenciais sobem 1,04% em abril

Foto: Crédito: Freepik

O Índice FipeZAP registrou um avanço de 1,04% nos preços de locação residencial em abril de 2026, acelerando em relação ao resultado observado no mês precedente (+0,84%). Trata-se da maior alta do índice desde abril de 2025 (+1,25%). Entre os diferentes tipos de imóveis residenciais, unidades com três dormitórios apresentaram a alta mais expressiva em abril (+1,14%). Na sequência, vieram os imóveis de dois dormitórios (+1,11%), de um dormitório (+1,08%) e de quatro ou mais dormitórios (+0,17%).

Individualmente, 30 das 36 cidades monitoradas pelo Índice FipeZAP de Locação exibiram alta nos preços sendo que em Porto Alegre chegou a +0,20%). No acumulado do ano até abril, o Índice FipeZAP de Locação Residencial apresentou alta de 3,51%,, chegando a +2,19% em Porto Alegre. Os preços de locação residencial acumularam alta média de 8,40% nos últimos 12 meses. Entre os tipos de imóveis, as unidades com três dormitórios se destacaram com a maior valorização (+9,24%), enquanto os imóveis de quatro ou mais dormitórios apresentaram avanço comparativamente menor (+7,68%). Individualmente, 34 das 36 localidades monitoradas registraram alta nos preços de locação em 12 meses, sendo que emiPorto Alegre chegou a +9,27%.

Com base na amostra de anúncios de apartamentos prontos para locação nas 36 cidades monitoradas, o preço médio foi de R$ 52,89/m² em abril de 2026. Entre os tipos de imóveis, os maiores valores foram observados entre unidades de um dormitório (R$ 70,70/m²) e os menores, entre aquelas com três dormitórios (R$ 45,36/m²). Considerando as 22 capitais monitoradas pelo Índice FipeZAP de Locação, Porto Alegre chegando a R$ 44,93/m². Com base em dados de abril de 2026, o retorno médio do aluguel residencial foi estimado em 6,08% ao ano, taxa inferior à rentabilidade média
projetada para aplicações financeiras de referência nos próximos 12 meses. Em termos comparativos, a rentabilidade do aluguel foi relativamente maior entre imóveis de um dormitório (6,76% a.a.), contrastando com o menor percentual entre unidades com quatro ou mais dormitórios (4,94% a.a.). Entre as capitais, Porto Alegre atingiu 7,05%.

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