Vendas do varejo crescem 0,5% em março, diz IBGE

Foto: Crédito: Rovena Rosa/Agência Brasil

Em março de 2026, o volume de vendas do comércio varejista cresceu 0,5% frente a fevereiro deste ano, na série com ajuste sazonal. Com isso, a média móvel trimestral foi de 0,6%. Frente a março de 2025, o volume de vendas do varejo cresceu 4,0%. O acumulado nos últimos 12 meses foi de 1,8%. No ano, acumula 2,4% de ganhos. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, 13, pelo IBGE. Já o comércio varejista ampliado, que inclui Veículos, motos, partes e peças, Material de construção e Atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo, o volume de vendas variou 0,3% em março. Frente ao mesmo mês de 2025, houve crescimento de 6,5%. A média móvel trimestral foi 0,8%. O acumulado dos últimos 12 meses registrou variação de 0,2%. No ano, acumula 1,9% de ganhos.

Na passagem de fevereiro para março de 2026, o comércio varejista teve predominância de taxas positivas, atingindo cinco das oito atividades pesquisadas: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (5,7%), Combustíveis e lubrificantes (2,9%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,9%), Livros, jornais, revistas e papelaria (0,7%) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,1%) apresentaram resultados positivos.

Do lado negativo, ficaram duas atividades: Móveis e eletrodomésticos (-0,9%) e Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,4%). A atividade de Tecidos, vestuário e calçados ficou estável (0,0%) em relação a fevereiro. Na mesma comparação, o comércio varejista ampliado, Material de construção apresentou alta de 1,6% e Veículos e motos, partes e peças registro queda (-0,6%) entre fevereiro e março.

COMPARAÇÃO

Frente ao mês anterior, na série com ajuste sazonal, o comércio varejista teve resultados positivos em 19 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Maranhão (3,8%), Amazonas (3,7%) e Piauí (3,5%). Por outro lado, pressionando negativamente, figuram sete das 27 Unidades da Federação, com destaque para Bahia (-2,2%), Pernambuco (-2,0%) e São Paulo (-1,0%). A Paraíba mostrou estabilidade (0,0%).

Na mesma comparação, no comércio varejista ampliado, a variação entre janeiro e fevereiro de 2026 teve resultados positivos em 17 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Amazonas (8,4%), Roraima (5,6%) e Paraná (4,0%). Por outro lado, pressionando negativamente, figuram 10 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Pernambuco (-2,1%), Mato Grosso do Sul (-1,2%) e Bahia (-1,0%).

Frente a março de 2025, o comércio varejista mostrou avanço em 24 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Pernambuco (14,2%), Distrito Federal (11,7%) e Rio Grande do Norte (9,4%). Por outro lado, pressionando negativamente figuram três das 27 Unidades da Federação: São Paulo (-0,8%), Pará (-0,7%) e Mato Grosso (-0,1%). Para a mesma comparação, no comércio varejista ampliado, a variação entre janeiro e fevereiro de 2026 teve resultados positivos em 26 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Pernambuco (17,3%), Tocantins (15,1%) e Espírito Santo (13,7%). Por outro lado, apenas São Paulo registrou queda no indicador interanual (-1,3%).

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