Pagamento à vista supera o crédito no Dia dos Pais 2025, mostra pesquisa da CDL POA

Foto: Crédito: José Cruz/Agência Brasil

A pesquisa da CDL POA sobre o comportamento de consumo no Dia dos Pais 2025 revela uma mudança relevante na forma como os consumidores pretendem pagar pelos presentes este ano. O pagamento à vista — somando Pix, débito e dinheiro — superou o uso do cartão de crédito: 57% pretendem pagar à vista, contra 43% que optarão pelo crédito. A tendência é ainda mais evidente entre os consumidores da Classe C, na qual o Pix aparece com destaque, sendo mencionado por 29,2% dos respondentes. Em 2024, diante da mesma pergunta, 52,8% indicavam a intenção de pagar à vista, sendo que 25,1% informaram o Pix como meio de pagamento preferencial. O cartão de crédito foi a escolha de 43,9%. 

O levantamento também mostra que, embora 59% dos entrevistados deixem a compra para a semana do Dia dos Pais, 20,5% se antecipam em até duas semanas e 8,3% iniciam as compras um mês antes. Apenas 9,9% admitem deixar para a véspera, e 2,3% para o próprio domingo. Apesar de o comportamento de última hora ainda prevalecer, o estudo indica que os consumidores têm planejado previamente o valor a ser investido: 50% afirmam saber exatamente quanto vão gastar no presente principal, e 40,7% tentam planejar, ainda que sem conseguir seguir à risca o que foi estipulado. 

Segundo o presidente da CDL POA, Irio Piva, os dados apontam para um consumidor mais consciente e atento ao orçamento. “O aumento dos pagamentos à vista é um reflexo de maior cautela financeira, o que é positivo. Mesmo com compras de última hora, percebemos que há mais planejamento e controle. Isso demonstra um amadurecimento do consumidor e oferece ao varejo a oportunidade de trabalhar com campanhas assertivas já nas semanas que antecedem a data”, analisa o dirigente. 

A pesquisa da CDL POA teve como objetivo compreender o comportamento do consumidor no Dia dos Pais 2025, mapeando as intenções de compra, as categorias de presente mais buscadas e o planejamento financeiro envolvido na data. O levantamento ouviu 304 pessoas, entre homens e mulheres com idades entre 18 e mais de 70 anos, pertencentes às classes sociais A, B e C, todas residentes em Porto Alegre.  

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