O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M)registrou alta de 1,04% em abril, acima da taxa de variação de 0,36% observada no mês anterior. Com este resultado, a taxa acumulada em 12 meses pelo índice atingiu 6,28%, representando uma desaceleração em relação a abril de 2025, quando o índice acumulava alta de 7,52% em 12 meses. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira, 27, pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre).
O grupo de Materiais, Equipamentos e Serviços subiu 1,35% em abril, após alta de 0,27% no mês anterior. A taxa de variação da categoria de Materiais e Equipamentos passou de 0,28% em março para 1,40% em abril. Esse movimento reflete uma forte aceleração nos preços desses insumos, crucial para a execução de projetos de construção. Nesta apuração, três dos quatro subgrupos que compõem essa categoria exibiram avanço em suas taxas de variação. O principal destaque foi o subgrupo “materiais para estrutura”, que passou de 0,17% para 1,82%.
No âmbito do grupo de Serviços, observou-se um aumento em sua taxa de variação, que passou de 0,24% em março para 0,97% em abril. Esse movimento foi reflexo do item “aluguel de máquinas e equipamentos“, cuja taxa passou de 0,05% para 1,87%.
A taxa de variação do índice de Mão de Obra foi de 0,61% em abril, marcando um avanço quando comparada ao valor de 0,47% observado em março. Todas as cidades que compõem o índice apresentaram avanço em suas taxas de variaçãoO Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) apresentou aceleração em todas as sete capitais que compõem o índice, no mês de abril: Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo, refletindo um aumento nos custos de construção nessas localidades.