O índice de atividades turísticas apontou expansão de 4,1% em abril frente ao mês imediatamente anterior, recuperando, assim, parte da perda observada dos dois últimos meses, período em que acumulou uma retração de 5,2%. Com isso, o segmento de turismo se encontra 11,2% acima do patamar de fevereiro de 2020 e opera, em abril de 2026, 2,2% abaixo do ápice da sua série histórica, alcançado em dezembro de 2024. As informações são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada hoje, 11, pelo IBGE.
Regionalmente, catorze dos 17 locais pesquisados acompanharam este movimento de crescimento verificado na atividade turística nacional (4,1%). A contribuição positiva mais relevante ficou com São Paulo (5,5%), seguido por Bahia (10,8%), Rio de Janeiro (2,5%) e Pernambuco (6,9%). Em sentido oposto, Amazonas (-3,4%) liderou as perdas do turismo neste mês, seguido por Ceará (-0,3%) e Santa Catarina (-0,2%).
Transportes de passageiros
Em abril de 2026, o volume de transporte de passageiros no Brasil avançou 2,6% frente ao mês imediatamente anterior, na série com ajuste sazonal, recuperando, assim, parte da perda de 4,1% verificada nos dois meses anteriores. Dessa forma, o segmento se encontra, nesse mês de referência, 4,7% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e 19,8% abaixo de fevereiro de 2014 (ponto mais alto da série histórica).
Já o volume do transporte de cargas apontou retração de 0,9% em abril de 2026, segundo resultado negativo seguido, período em que acumulou uma perda de 1,8%. Dessa forma, o segmento se situa 6,0% abaixo do ponto mais alto de sua série (julho de 2023). Com relação ao nível pré-pandemia, o transporte de cargas está 35,9% acima de fevereiro 2020.

