Capital acumula alta de 10,64% nos preços dos imóveis neste ano

Foto: Crédito: Vinicius Zimmermann/iStock

Os preços dos imóveis residenciais em Porto Alegre subiram 0,23% em setembro, após avanço de 1,66% em agosto, segundo o IGMI-R da Abecip. No mês, o resultado ficou abaixo da alta nacional de 0,36%. No acumulado do ano, porém, Porto Alegre segue entre os principais destaques do levantamento, com valorização de 10,64% entre janeiro e setembro, frente a 6,94% no Brasil. Em 12 meses, a alta chega a 15,23%, também acima da média nacional de 12,58%.

O resultado coloca a capital gaúcha entre os mercados com maior valorização em 2026, apesar da desaceleração observada na comparação mensal. Quatro das dez capitais pesquisadas registraram aceleração da taxa mensal em setembro; as outras seis desaceleraram. As variações dos preços dos imóveis ficaram entre queda de 0,10%, em Curitiba, e alta 1,10%, em Fortaleza. No acumulado em 12 meses, as taxas variaram entre 8,11%, em Fortaleza e 20,69% em Recife. Nove das dez capitais desaceleraram nessa comparação, a exceção foi Goiânia, única capital da amostra a apresentar aceleração no índice.

No Sudeste, as três capitais desaceleraram na comparação mensal. São Paulo passou de 0,81% para 0,30%; o Rio de Janeiro, de 1,09% para 0,09%; e Belo Horizonte, de 1,65% para 0,23%. Em 12 meses, as taxas ficaram em 11,40%, 8,58% e 9,17%, respectivamente. No Nordeste, Fortaleza variou 1,10%, Recife 0,03% e Salvador 1,02%. Ambas capitais aceleraram em relação a agosto, enquanto Recife, após uma sequência de altas, desacelerou pelo segundo mês consecutivo. No entanto, no acumulado de 12 meses, Recife permaneceu com a maior taxa de crescimento dos preços dos imóveis residenciais com 20,69%. Salvador acumulou 16,22% e Fortaleza, 8,11%.

No Sul, em Curitiba o índice recuou 0,10% em setembro, após queda de 0,23% em agosto, e 16,27% no acumulado do ano. Variação bastante alinhada com o resultado do índice nacional para o mesmo período. No Centro-Oeste, Goiânia apresentou alta de 0,79% e Brasília variou -0,03%. Em 12 meses, a variação dos preços registrados em Goiânia de 11,76% está mais alinhada com o resultado nacional, enquanto Brasília descola um pouco mais, com 16,26%.

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