O Banco Central elevou sua estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano de 1,6% para 2%. A expectativa consta do Relatório de Política Monetária do segundo trimestre, divulgado pelo Banco Central nesta quinta-feira, 25, independente dos juros altos, e dos efeitos do preço do petróleo no mercado internacional, e da guerra no Oriente Médio e seus impactos sobre a economia brasileira. O documento justifica a revisão pelos “estímulos de natureza fiscal e creditícia”.
“A revisão decorre principalmente da surpresa positiva no resultado do primeiro trimestre e da melhora nas perspectivas para agropecuária e indústria extrativa. Ela também reflete a expectativa de maior dinamismo da demanda interna e dos setores mais sensíveis ao ciclo econômico, em grande parte associada a estímulos de natureza fiscal e creditícia”, diz a autoridade monetária.

