O índice de atividades turísticas apontou retração de 4,0% em março de 2026 frente ao mês imediatamente anterior, segundo resultado negativo seguido, período em que acumulou uma perda de 5,4%. Com isso, o segmento de turismo se encontra 6,5% acima do patamar de fevereiro de 2020 e opera, em março de 2026, 6,3% abaixo do ápice da sua série histórica, alcançado em dezembro de 2024.
“No agregado especial de atividades turísticas, observou-se uma queda de 4,0% no índice na margem. Esta retração foi influenciada pelos recuos observados nos serviços de hotéis, serviços de reserva relacionados à hospedagem, transporte aéreo e locação de automóveis”, comentou Luiz Carlos.
Dos 17 locais pesquisados, 14 acompanharam o movimento de queda verificado na atividade turística nacional (-4,0%). A influência negativa mais relevante ficou com São Paulo (-6,3%), seguido por Rio de Janeiro (-2,4%), Bahia (-5,3%), Pernambuco (-9,2%) e Minas Gerais (-2,8%). Em sentido oposto, Rio Grande do Sul (1,4%) liderou os ganhos do turismo neste mês, seguido por Rio Grande do Norte (1,3%) e Goiás (0,4%).
Transportes de passageiros e de carga têm queda
O volume de transporte de passageiros recuou 3,4% em março de 2026 em comparação ao mês imediatamente anterior, segunda taxa negativa seguida, período em que acumulou uma perda de 4,3%. O segmento se encontra, nesse mês de referência, 1,7% acima do nível de fevereiro de 2020, pré-pandemia, e 22,1% abaixo de fevereiro de 2014, ponto mais alto da série histórica. Por sua vez, o volume do transporte de cargas apontou retração de 1,0% em março de 2026, após ter crescido 0,8% no mês anterior. Dessa forma, o segmento se situa 5,1% abaixo do ponto mais alto de sua série (julho de 2023). Com relação ao nível pré-pandemia, o transporte de cargas está 37,1% acima de fevereiro 2020.

