Os gastos com presentes para o Dia das Mães é, em média, superior à de 2025. É o que revela pesquisa do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac e IFEP sobre as intenções de compras para a data este ano. IOs homens deverão gastar mais com o presente para as mães devendo custar, em média, R$ 345,90, enquanto o das mulheres, R$ 234,10. O gasto pessoal médio deverá ser de R$ 282,59. Foram entrevistadas 523 pessoas em oito cidades do Rio Grande do Sul, entre os dias 10 e 25 de março de 2026. Dessas, 73,6% afirmaram que comprariam presente para a data comemorativa, a segunda mais importante para o varejo, totalizando a amostra mínima de 385 indivíduos.
Enquanto 51,6% devem gastar o mesmo que no ano passado, 30,7% afirmaram que irão gastar mais ou muito mais neste ano. Ainda que 30% desses aumentem seus gastos em virtude das pressões derivadas dos preços, a intenção aponta para um aumento real dos gastos. Entre os entrevistados, 87,7% darão o presente sozinhos, 11,4% dividirão com outra pessoa e 0,8% darão de forma individual e coletiva.
Por isso, o gasto médio com o presente, de forma individual, deverá ser de R$ 216,21, mas sobe para R$ 324,10, quando é coletivo, isto é, quando é dividido com mais de uma pessoa. O presente, em média, deverá ser de R$ 228,59. A pesquisa também indicou que os tipos de presente mais frequentemente citados pelos entrevistados foram vestuário (37,4%), perfumes e cosméticos (28,1%) e eletrônicos e eletrodomésticos (10,1%).
O maior movimento das vendas deve acontecer até uma semana antes do Dia das Mães. Entre os entrevistados, 37,1% afirmaram que pretendem comprar o presente alguns dias antes, enquanto 38,4% dizem que pretendem comprar uma semana antes. A pesquisa também aponta que as Lojas do Centro das cidades deverá ser a preferência de 55,1% dos entrevistados. Outro aspecto interessante é que a pesquisa indica que 34,2% dos pesquisados deverão repetir a loja onde compraram o presente no ano anterior. Entre os determinantes na decisão de onde comprar o presente, qualidade do produto e preço/ofertas foram os fatores mais citados como, com 47% e 43,4%, respectivamente.

