Analistas apontam, pela primeira vez no ano, inflação abaixo do teto da meta, aponta Focus

Foto: Crédito: Freepik

As projeções dos analistas do mercado financeiro brasileiro para a inflação em 2025, pela primeira vez no ano ficou abaixo do teto da meta: saiu de 4,55% na semana passada para 4,46% nesta. Já a expectativa para o dólar recuou de R$ 5,41 para R$ 5,40. Os dados constam do Relatório Focus do Banco Central divulgado nesta segunda-feira, 17.

A meta central de inflação é de 3% para 2025 – e será considerada formalmente cumprida se o índice oscilar entre 1,5% e 4,5%. Se o resultado continuar superando a meta, o BC terá de escrever e enviar uma nova carta pública ao ministro da Fazenda explicando os motivos. Desde janeiro de 2025, a inflação acumulada em 12 meses será comparada com a meta e seu intervalo de tolerância. Se a inflação ficar fora do intervalo de tolerância por seis meses consecutivos, a meta é considerada descumprida.

A projeção do mercado para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025 permaneceu estável em 2,16%, enquanto o IGP-M de 2025 passou de -0,22% para -0,32%, também em queda pela décima semana consecutiva.. A projeção dos juros para este ano se manteve em 15%.

Já a projeção de superávit da balança comercial em 2025 ficou estável em cerca de US$ 62 bilhões. Para 2026, a estimativa de saldo positivo continuou em aproximadamente e US$ 66 bilhões. A previsão para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil em 2025 foi mantida em US$ 70 bilhões.

As projeções dos analistas do mercado financeiro brasileiro para a inflação em 2025, pela primeira vez no ano ficou abaixo do teto da meta: saiu de 4,55% na semana passada para 4,46% nesta. Já a expectativa para o dólar recuou de R$ 5,41 para R$ 5,40. Os dados constam do Relatório Focus do Banco Central divulgado nesta segunda-feira, 17.

A meta central de inflação é de 3% para 2025 – e será considerada formalmente cumprida se o índice oscilar entre 1,5% e 4,5%. Se o resultado continuar superando a meta, o BC terá de escrever e enviar uma nova carta pública ao ministro da Fazenda explicando os motivos. Desde janeiro de 2025, a inflação acumulada em 12 meses será comparada com a meta e seu intervalo de tolerância. Se a inflação ficar fora do intervalo de tolerância por seis meses consecutivos, a meta é considerada descumprida.

A projeção do mercado para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025 permaneceu estável em 2,16%, enquanto o IGP-M de 2025 passou de -0,22% para -0,32%, também em queda pela décima semana consecutiva.. A projeção dos juros para este ano se manteve em 15%.

Já a projeção de superávit da balança comercial em 2025 ficou estável em cerca de US$ 62 bilhões. Para 2026, a estimativa de saldo positivo continuou em aproximadamente e US$ 66 bilhões. A previsão para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil em 2025 foi mantida em US$ 70 bilhões.

As projeções dos analistas do mercado financeiro brasileiro para a inflação em 2025, pela primeira vez no ano ficou abaixo do teto da meta: saiu de 4,55% na semana passada para 4,46% nesta. Já a expectativa para o dólar recuou de R$ 5,41 para R$ 5,40. Os dados constam do Relatório Focus do Banco Central divulgado nesta segunda-feira, 17.

A meta central de inflação é de 3% para 2025 – e será considerada formalmente cumprida se o índice oscilar entre 1,5% e 4,5%. Se o resultado continuar superando a meta, o BC terá de escrever e enviar uma nova carta pública ao ministro da Fazenda explicando os motivos. Desde janeiro de 2025, a inflação acumulada em 12 meses será comparada com a meta e seu intervalo de tolerância. Se a inflação ficar fora do intervalo de tolerância por seis meses consecutivos, a meta é considerada descumprida.

A projeção do mercado para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025 permaneceu estável em 2,16%, enquanto o IGP-M de 2025 passou de -0,22% para -0,32%, também em queda pela décima semana consecutiva.. A projeção dos juros para este ano se manteve em 15%.

Já a projeção de superávit da balança comercial em 2025 ficou estável em cerca de US$ 62 bilhões. Para 2026, a estimativa de saldo positivo continuou em aproximadamente e US$ 66 bilhões. A previsão para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil em 2025 foi mantida em US$ 70 bilhões.

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